DICAS PARA TER MAIS DINHEIRO NO PRÓXIMO ANO


O fim do ano chega e todos têm um desejo em comum: mais dinheiro no próximo ano. E se garantirmos a você que o primeiro passo consiste em uma  simples atitude sua? Para uma boa vida financeira é preciso ter disciplina para cuidar bem do próprio dinheiro. Muita gente pensa que não ganha o suficiente para pagar suas contas e ainda poupar dinheiro, o que, muitas vezes, não é verdade. Às vezes, os itens supérfluos acabam atraindo sua atenção e atrapalhando seu bolso. Se você se deixa levar, mesmo que você tenha tudo que deseja, ainda vai desejar ter mais e a sua renda nunca será suficiente para suprir todas essas vontades. Para ajudar você a repensar suas finanças para o ano novo que se aproxima e deixar todos os impulsos que separam você de uma vida financeira cada dia melhor, elaboramos onze dicas especiais.

1. Viva de acordo com suas possibilidades financeiras

Todos temos desejos de consumo, mas precisamos planejar para adquiri-los. Agir por impulso acaba afastando você de uma vida financeira equilibrada. Mas a questão vai além do simples impulso nosso de cada dia, precisa-se tomar muito cuidado com o estilo de vida que desejamos e o estilo de vida que podemos levar no momento. É comum estabelecermos nosso padrão de vida espelhando na forma como outras pessoas vivem. Infelizmente isto muitas vezes não é sustentável e não resulta em felicidade a longo prazo. Outra armadilha é projetar viver no mesmo nível que seus pais têm hoje, lembre-se de que seus pais passaram décadas trabalhando e acumulando dinheiro. Você também chegará lá, se você manter seus objetivos e controlar suas finanças. Tentar manter-se com os padrões de outra pessoa não é saudável financeiramente, procure viver dentro da sua realidade e elevar seu padrão conforme a evolução da sua carreira e capacidade financeira. 

2. Separe as contas fixas dos gastos extras               

Contas fixas são aquelas que necessitam ser pagas mensalmente, como energia, água, aluguel e plano de saúde, por exemplo. Ao planejar esses gastos, leve em consideração o valor que representam na sua rotina. Lembre-se de que alguns destes gastos tendem a aumentar, como a taxa de condomínio, por exemplo. Estabeleça um teto máximo para os gastos extras, ou seja todos aqueles que não ocorrem em todo mês e podem ter grande variação em seus valores. Prever um limite para eles é importante, com isso você sabe quanto pode gastar em uma saída no final de semana, ou na compra de uma roupa etc.

3. Faça uma previsão semanal de gastos

Procure prever a quantia que você vai precisar para os seus gastos diários e limite-se a utilizar somente o valor planejado por semana. Dividindo seus gastos em parcelas, fica muito mais fácil guardar. Se você sabe que a despesa com alimentação é de X, e na quinta-feira esse valor já tiver sido alcançado, você sabe que terá que recorrer a outras medidas, como levar almoço e lanche de casa etc. Tendo a noção dos gastos semanais, é possível calcular o gasto diário e o controle também pode ficar muito mais fácil, quando fazemos a economia por etapas, o processo fica menos complicado.

4. Faça do corte de gastos uma tarefa em família

Geralmente, não é por causa das despesas fixas que seu salário some de forma “misteriosa”, mas devido a gastos desnecessários, pequenas compras ocasionais que juntas somam valores relevantes e as crianças fazem, sim, parte deste cenário. Uma boa, além de você mesmo controlar seus impulsos, é ir mais longe e incentivara educação financeira do seu filho, além de garantir a ajuda dele na hora de poupar, você ainda estará preparando seu filho para o futuro, ensinando-o a usar o dinheiro forma consciente e inteligente, aumentando suas chances de garantir um futuro bem sucedido.

5. Estabeleça um parâmetro de quanto você deseja poupar

Cerca de 70% dos brasileiros não conseguem poupar dinheiro, e isto não está certo. Muitos poderiam guardar dinheiro se organizassem suas finanças. Como começar? Primeiro olhe para a sua renda mensal e use-a como uma base para impor números razoáveis. Recomenda-se que deveríamos poupar, no mínimo, em torno de 10% do salário, mas o ideal é que esse valor atinja pelo menos o patamar de 30%. Se não for possível começar economizando os 10%, comece com 1%, mas comece e tente evoluir a cada mês. É fundamental que você não passe mais nem um mês sem poupar uma quantia, estabelecida no início do mês e que deve ser respeitada, guardando com muita disciplina assim que receber o salário ou fonte de renda. Não caia na armadilha de pagar todas as despesas e comprar tudo o que estiver precisando antes de guardar o dinheiro.

6. Registre seus gastos detalhadamente

Controlar todos os seus gastos é um dos pontos chave para juntar dinheiro. Por isso, é interessante manter o hábito de registrar absolutamente tudo o que se gasta. Isso pode ser feito por meio de um aplicativoplanilha, ou até mesmo um caderninho e uma calculadora em mãos. Comece a listar todas as despesas, começando das mais básicas — como alimentação, contas a pagar, saúde e higiene — até os gastos mais supérfluos. Dessa maneira, será mais fácil perceber como você gasta e onde você pode economizar para poupar mais.

7. Crie objetivos de curto, médio e longo prazo

Fica mais fácil poupar quando você tem um objetivo definido. Separe sua reserva para objetivos de curto, médio e longo prazo – e tente priorizar os de longo prazo. Se você se esforçar e conseguir reservar, hipoteticamente, 30% do seu salário, pelo menos 15% devem ir para investimentos nos quais você não deve mexer por bastante tempo, como investimentos de longo prazo, uma previdência privada, por exemplo. Dos demais 15%, 10% devem ir para investimentos de médio prazo, algo em torno de 12 a 36 meses e só a menor parte, cerca de 5%, deve ser separada para investimentos de curto prazo.

8. Livre-se das dívidas e evite comprar a prazo

Primeiro: livre-se das dívidas. Se você possuir alguma dívida, se esforce para quitá-la o mais rápido possível, não hesite em procurar o seu credor e negociar melhores condições para pagá-la assim que puder. Se o orçamento estiver apertado para quitar todas as dívidas, priorize o pagamento daquelas que possuírem juros mais altos.Tente não fazer compras parceladas, escolha sempre comprar à vista, assim, poderá barganhar descontos e não terá que pagar prestações nem juros. Faça de tudo para não recorrer a operações de crédito, como empréstimos e cheque especial. Caso necessite do cartão de crédito, faça-o com moderação. O cartão de crédito pode parecer uma solução quando você precisa de uma força extra para sua vida financeira até o próximo dia de recebimento da sua renda, mas não esqueça que o crédito não é uma extensão do seu salário e ao deixar de pagar a fatura você pode entrar no rotativo do cartão, cujos juros chegam a absurdos 395% ao ano, em média, segundo dados do Banco Central.

9. Guarde uma reserva para emergências

Tente separar pelo menos 5% da sua renda mensal para formar uma espécie de “fundo de emergência”. A quantia será usada apenas para custear situações imprevistas, afinal, pequenos imprevistos podem surgir a qualquer momento. Hoje sua saúde e seu emprego estão assegurados, mas em algum momento isso pode mudar. De acordo com estatísticas, 1 em cada 4 trabalhadores atuais acima de 20 anos ficarão inaptos a trabalhar por algum período, antes mesmo da aposentadoria.

10. Invista corretamente

Geralmente, apenas juntar dinheiro não é o bastante, é essencial fazê-lo render. A saída, então, é investir essa quantia em alguma aplicação, para que ele se multiplique com o tempo. Informe-se bem sobre todas as possibilidades, dentre as diversas opções de investimentos, certamente, uma delas se encaixará no seu perfil. Aplicar seu dinheiro em vários tipos de investimento é um ótimo caminho para a realização de seus sonhos. E, ainda, reduz o estresse financeiro, já que você estará sempre precavido para uma emergência.

11. Diversifique sua renda

Já apertou o orçamento, pagou as dívidas, cortou despesas desnecessárias e mesmo assim não consegue poupar o que gostaria? Uma alternativa pode ser criar fontes de renda extra. A maioria de nós trata o emprego como um relacionamento amoroso, sendo fiel a uma única carreira ou a um único empregador por vez, investindo assim todo o nosso tempo e esforço para estabelecer-nos em nosso principal emprego. Acontece que quando se trata de ganhar dinheiro, ter relacionamentos paralelos é algo muito positivo. Diversificar sua renda garante um suporte em caso de imprevisto, como mudanças de rumo na sua empresa que acarretem redução de salário, ou até mesmo uma demissão. Aproveite todas as chances que tiver de complementar sua renda com freelances, ou até mesmo explorando áreas diferentes em relação à sua atividade de renda primária. Ter mais do que uma fonte de renda representa, ainda, mais dinheiro para poupar, investir em aplicações, ou futuros projetos. A mesma lógica se aplica a investimentos, diversificá-los aumenta as chances de que você tenha bons rendimentos, mesmo que um deles não tenha a performance conforme a expectativa inicial.

Ano novo, bolso cheio!

Ninguém precisa esperar o ano novo para tomar atitudes que tornam sua vida financeira melhor. O melhor dia para começar a economizar é hoje, chega de adiar a hora de juntar dinheiro, não espere receber o 13º salário (que virá só no final do ano), a gratificação, ou participação nos lucros. Comece a poupar a partir do dinheiro que você já recebe, se ficar esperando a hora ideal, sempre haverá outro compromisso ou outra desculpa para desistir. Esperamos que esse artigo o ajude você a iniciar seu planejamento, ou, ao menos iniciar o ano que se aproxima decidido a organizar suas finanças e projetar não só um ano novo mais rico, mas um futuro de saúde para o seu bolso!

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A PREVISC é uma entidade fechada, sem fins lucrativos, que garante a tranquilidade de seus clientes por meio de planos de previdência complementar.
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Autor: PREVISC

A PREVISC é uma entidade fechada, sem fins lucrativos, que garante a tranquilidade de seus clientes por meio de planos de previdência complementar.

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